Game Biografia: Diddy Kong

Diddy Kong é o parceiro do gorila Donkey Kong, aparecendo pela primeira vez no clássico Donkey Kong Country, de 1994. No manual do game, Diddy é citado como ‘aspirante a sobrinho’ do gorilão, seja lá o que isso quer dizer.

Durante o desenvolvimento do game, Diddy deveria ser uma versão atualizada de Donkey Kong Jr., mas a Nintendo terminou não permitindo associar o nome à aparência do pequeno macaco, exigindo da RARE mudar o nome ou sua aparência… como a RARE achou o design do personagem perfeito para o game, escolheu mudar seu nome para “Dinky Kong”… esse nome renderia à RARE problemas com direitos autorais, possivelmente com uma fábrica de brinquedos, por isso o nome do pequeno macaco de boné e camiseta vermelha passou a ser Diddy Kong.

Jogos

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Donkey Kong Country (SNES, 1994)

No seu primeiro jogo, Diddy é o companheiro de Donkey, em uma aventura na selva Kongo, em busca das bananas roubadas pelo King K. Roll. O jogo se tornou rapidamente um sucesso de vendas, devido principalmente ao impressionante tratamento gráfico desenvolvido pela Rareware.

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Donkey Kong Land (Game Boy, 1995)

Donkey Kong Land é a continuação do DKC para o portátil monocromático da Nintendo. Cranky Kong desafia a dupla a conseguir resgatar as bananas em um sistma 8 bits, e a dupla topa o desafio. O jogo tem 4 mundos novos e todos os elementos do anterior, salvo as limitações gráficas.

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Donkey Kong Country 2 – Diddy’s Kong Quest (SNES, 1995)

Ainda em 95, surge o segundo título para o Super Nintendo, dessa vez trazendo Diddy como astro principal, tendo sua namorada “Dixie Kong” o acompanhando. Em DKC2, o casal Diddy e Dixie precisam resgatar o tiozão Donkey, que foi sequestrado pelo incansável King K. Roll. No final do game, Diddy consegue o que sempre sonhou, ser um astro de video-game.

O sub-título do game é um trocadilho com a palavra “Conquest” (Kong-Quest)

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Donkey Kong Land 2 (Game Boy, 1996)

Dessa vez Donkey Kong Land não seguiu um rumo diferente, é uma adaptação do Donkey Kong Country 2, do Super Nintendo. O manual do game conta que uma erupção vulcânica traz de volta a ilha dos crocodilos e King K. Roll mais uma vez sequestra Donkey Kong, obrigando Diddy e Dixie a saírem mais uma vez em busca dele.

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Donkey Kong Country 3 – Dixie Kong’s Double Trouble (SNES, 1996)

Donkey e Diddy estão desaparecidos após saírem de férias, cabe a Dixie e seu sobrinho bebezão Kiddy saírem em busca dos dois. Enquanto isso, os Kremlins voltam a tomar conta das ilhas, sob o comando de um misterioso robô KAOS, que na verdade é controlado pelo Rei K. Roll (chamado de Baron K. Roolenstein nesse game). Diddy Kong não é controlável nesse título.

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Donkey Kong Land III (Game Boy, 1997)

Nesse game, Diddy nem sequer aparece, apesar de fazer parte da história do jogo. Donkey Kong Land 3 é tanto um remake como uma continuação do DKC3 do Super Nintendo. A história desse game conta que Donkey e Diddy partem sozinhos em busca de um mundo secreto, Dixie fica furiosa por não ter sido convidada para a aventura e se junta ao sobrinho Kiddy e parte em busca do tal mundo, é claro que K. Roll e o robô KAOS vão aparecer para atrapalhar.

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Diddy Kong Racing (Nintendo 64, 1997)

Diddy Kong estréia no N64 em um jogo de corrida com aventura. O jogo apresentou diversos novos personagens que mais tarde apareceriam em seus próprios jogos, como Banjo e Tiptup, que são os astros na série Banjo-Kazooie, e o esquilo Conker.

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Donkey Kong 64 (Nintendo 64, 1999)

Dois anos depois, Diddy aparece em DK64, a princípio como prisioneiro do King K. Roll, mas após ser liberto, passa a ser personagem selecionável no game. O jogo ainda traz três novos personagens, a irmã de Dixie, Tiny Kong, o irmão mais velho de Kiddy, Chunky Kong, e Lanky Kong, um primo distante.

Donkey Kong 64 foi o primeiro título do console a usar obrigatoriamente o Expansion Pack, um acessório que dobrava a quantidade de memória RAM do console, de 4 para 8mb.

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Outras Aparições

Após Donkey Kong 64, Diddy some do mundo dos games por 4 anos, só voltando a aparecer no port de Donkey Kong Country para o GBA, nessa versão ele ganhou um modo exclusivo, “Hero Mode”, onde o jogador deve terminar o jogo usando apenas o Diddy, na ocasião com roupa amarela.

Diddy aparece pela primeira vez no Game Cube e em um jogo do Mario em “Mario Golf – Toadstool Tour” de 2003, é a primeira vez também que ele aparece em um jogo não produzido pela RARE (que foi vendida para a Microsoft em 2002).

Ainda no mesmo ano, Diddy aparece em mais um jogo de karts, em Mario Kart Double Dash, Diddy é o companheiro de Donkey Kong e atira cascas de banana gigantes nos adversários como ataque especial, a casca enorme além de atrapalhar e fazer derrapar, se divide em três cascas menores.

Em 2004, a Namco lança um jogo musical chamado Donkey Konga para o Game Cube, o jogo vem com um controle em forma de congas, onde o jogador deve acompanhar as batidas das musicas da série. Diddy aparece mais uma vez acompanhando o gorila DK.

Ainda em 2004, Diddy aparece em Mario Power Tennis, também para o Game Cube. Também no port de Donkey Kong Country 2 para o GBA, com novos mini-games.

No ano seguinte, Diddy trabalhou em Donkey Konga 2, Mario Superstar Baseball, DK: King of Swing e o port para o GBA de DKC3.

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Confira outros games lançados nos últimos 3 anos onde o Diddy aparece:

  • 2006: Mario Hoops 3-on-3 (Nintendo DS).
  • 2007: Diddy Kong Racing DS (Nintendo DS); Mario Strikers Charged (Wii); Donkey Kong Barrel Blast (Wii); DK Jungle Climber (Nintendo DS).
  • 2008: Super Smash Bros Brawl (Wii); Mario Kart Wii (Wii); Mario Super Sluggers (Wii)

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Uma resposta

  1. Gostei muito mesmo! Diddy Kong é meu herói de infância e sempre faço questão de jogar com ele no Smash Bros. O acompanho desde sua primeira aparição e nunca deixei de gostar dele por qualquer motivo. Pesquiso sobre ele sempre que sinto saudade ou, simplesmente, jogo o DKC que tenho aqui comigo.

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